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Terça-feira, 18 de maio de 2021

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Jennifer Lopez é criticada por cantar ‘Parabéns’ para presidente do Turcomenistão

O Globo

01 Jul 2013 - 17:00

Jennifer Lopez cantou "Happy Birthday" para o presidente do Turcomenistão, Gurbanguly Berdimuhamedow, durante uma apresentação naquele país. Mas seus empresários afirmaram que se ela soubesse que o político enfrenta acusações de violação dos direitos humanos, não teria aceitado homenageá-lo.

O show aconteceu no sábado à noite na ex-república do bloco soviético. Comunicado divulgado por sua equipe revelou que o evento foi realizado pela China National Petroleum Corp. e que não tinha finalidades políticas.
Ainda segundo o comunicado, a cantora, desavisada, aceitou "por educação" o pedido da empresa, feita no último minuto, para que cantasse para o presidente.

Cantores, artistas e celebridades já provocaram polêmica ao associarem seus nomes a líderes de outros países. Em 2011, a Human Rights Fundation questionou se Hilary Swank teria aceitado dinheiro para participar do aniversário de 35 anos de Ramzan Kadyrov, o déspota aliado do Kremlin que controla a Chechênia. A atriz, ao lado de Jean-Claude Van Damme, fez um discurso elogiando o presidente. A violinista Vanessa Mae teria recebido US$ 500 mil para se apresentar no mesmo evento.

Até mesmo personalidades brasileiras já se renderam a Kadyrov. Em março do mesmo ano, o ex-jogador de futebol e deputado federal Romário participou de uma partida beneficente na capital chechena na qual enfrentou o próprio Kadyrov ao lado de outros ídolos nacionais, como Cafu e Bebeto. Na época, Romário disse que a proposta era irrecusável, mas que os jogadores pediram que o governo checheno fizesse uma doação aos desabrigados da Região Serrana.

No início de 2011, Imagens de celular das cantoras Beyoncé e Mariah Carey e do rapper 50 Cent cantando em festas da família Kadafi causaram uma série de constrangimentos.

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