Olhar Conceito

Quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Notícias / Artes visuais

Exposição "16 Conte Outra Vez", de Capucine Picicaroli, é aprovada pela Lei Rouanet

Da Redação - Isabela Mercuri

01 Set 2016 - 16:56

Foto: Reprodução / Da Assessoria

Capucine Picicaroli

Capucine Picicaroli

A artista plástica cuiabana Capucine Picicaroli teve sua exposição “16 Conte Outra Vez” aprovada na Lei Rouanet, de incentivo a projetos culturais. Assim, a mostra que foi lançada em Cuiabá em 2014 e passou pela galeria Romero Britto em São Paulo deve ir agora para estados do Nordeste, para o Rio de Janeiro, Rondônia e para o Amazonas.

Leia mais:
A linguagem universal dos quadros de Capucine Picicaroli chegam ao Museu do Louvre

Capucine é cuiabana e tem a ‘veia artística’ da família desde pequena, mas foi só depois de um período trabalhando com vendas que decidiu largar tudo para ser artista. Hoje, possui diversas ‘séries’ que se intercalam, como a México imaginário, a Cuiabá, As Marias, a Bicolor e a “16 Conte Outra Vez”, aprovada na Lei de Incentivo.

‘16’ foi lançada em 27 de novembro de 2014 no Museu de Arte de Mato Grosso. Voltado ao universo onírico dos contos de fadas, fábulas e histórias infantis, a série possui telas, instalações, filme-arte e catálogos. Para ser levada aos outros estados, agora, ela ainda terá cinco obras inéditas, oficinas de arte e ações interativas entre a artista e os alunos convidados.

A Lei Rouanet funciona com doações de patrocinadores (tanto pessoas físicas quanto jurídicas), que recebem abatimento no imposto de renda. “O patrocinador pode ser pessoa física (contribui com 6% do seu imposto de renda) ou Pessoa Jurídica (contribui com 4% do seu imposto de renda). O investidor irá depositar o valor referente ao patrocínio em uma conta aberta pelo governo e eles repassam para o artista. O investidor recebe um recibo o qual ele irá usar para abatimento total no imposto de renda no final do ano”, explica Capucine.

Sobre as críticas à lei de incentivo, a cuiabana não se preocupa. “Eu tenho certeza que a crítica não irá me atingir, primeiramente no meu projeto não existe cachê do artista, eu enviei o projeto para a função de levar a arte para o outro, o que eu não conseguiria usando recursos próprios, essa é a finalidade da verba e é para isso que será usada. Então não deixo margem alguma para qualquer tipo de problema nesse sentido. Nós, aliás, iremos trabalhar com um orçamento super enxuto”, afirma.

Capucine explica que neste momento ainda estão na fase de captação de recursos. Então, quem quiser ajudar (pode ser qualquer empresa) pode entrar em contato com ela pelo telefone (65) 981167798.

Comentários no Facebook

Redes Sociais

Sitevip Internet