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Quarta-feira, 23 de setembro de 2020

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Ancestralidade afro-brasileira é reverenciada evento multicultural na Casa Cuiabana

Da Redação - Naiara Leonor

24 Nov 2016 - 17:30

Foto: Da Assessoria

Ancestralidade afro-brasileira é reverenciada evento multicultural na Casa Cuiabana
A Casa Cuiabana revisita a história do povo brasileiro e suas matrizes plurais nesta sexta-feira (25) com o “A Arte é Nossa Casa”. Na programação, 17 apresentações que revelam as mais diversas linguagens artísticas de tradicionais grupos da cidade, que buscam preservar a ancestralidade afro-brasileira por meio da dança, da música, das artes visuais, do teatro e das demais intervenções. O evento acontece das 19h às 22h com entrada gratuita.

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O grupo Quilombo Angola dá início à noite com apresentação de capoeira da Angola. E logo, a Cia Ayoluwa revela a força da dança afro com o espetáculo “Palavra da Alma”. A cantora Gê Lacerda também participa com o “Negra Flor”.

Em outra vertente, o grupo Halawi, criado a partir dos cursos de dança oferecidos pela Casa Cuiabana, apresenta a dança do ventre com taças e a dança egípcia. Outro grupo originado a partir das aulas de dança gratuitas ofertadas no espaço, o Cigatas, traz a beleza da fusão árabe-flamenco e a “fusion gipsy dance”. Já a bailarina Wânia Ormond revela ao público os encantos da dança cigana com o ato “fusion tribal”.

Apresentando atos de dança contemporânea, entram em cena, Giulliano Silvero com “Lua Bonita” e o Grupo de Artes Variações, com “Sentidos”. A performance segue noite adentro com a inusitada tríade formada pelo poeta Márcio Mendes, a dançarina Léa Baracat e o percussionista Mário Ogan com “Tuiuiú do Pantanal”.

As artes cênicas seguem representadas pelo Coletivo Spectrolab. Raquel Mutzenberg apresenta sua comovente intervenção, Maiêutica, enquanto também circulam pelo espaço a Índia Ró, por Juliana Graziela e Epifânia, em um intervenção de Millena Machado.

Os Voluntários da Alegria também estarão presentes com o ato “Irmão Pobre, Irmã Rica”. Para enfatizar o caráter plural do evento, tem ainda o professor Ney Ramos exaltando a MPB.

As Artes Visuais também têm espaço cativo na programação. Professor da Casa Cuiabana e grande expoente do segmento em Mato Grosso, Benedito Nunes realiza intervenção com mais seis entusiastas dos pinceis: Patrícia Wolff, Margareth Marinho, Gilda Portella, Cida Silva, Rodolfo Carli e Maria Auxiliadora.

Assim como a Casa Cuiabana, outro importante equipamento da Secretaria de Estado de Cultura, integra o “A Arte é Nossa Casa”. A Biblioteca Itinerante Estevão de Mendonça estará presente com o estande de literatura afro. Reforça-se desta maneira, as iniciativas que inserem a Casa Cuiabana entre as atividades da cidade que celebram o mês da Consciência Negra.

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