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Bioestimulação com colágeno promete acabar com flacidez na papada, 'tchauzinho', coxas e outras regiões

Da Redação - Isabela Mercuri

29 Jan 2018 - 14:05

Foto: Reprodução / Ilustração

Bioestimulação com colágeno promete acabar com flacidez na papada, 'tchauzinho', coxas e outras regiões
Papada, músculo do tchauzinho, parte interna da coxa... Existem partes do corpo que, quando ficam flácidas, parecem impossíveis de voltar ao que eram antes, não é? Uma técnica avançada, feita por meio de injeções, no entanto, promete ajudar aqueles que estão ‘desesperados’ atrás da solução: a bioestimualação com colágeno.

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Em Cuiabá, o cirurgião plástico Dr. Elson Adorno é um dos que utilizam a técnica em seus pacientes. Segundo ele, é preciso lembrar que a bioestimulação não diminui a gordura, só retrai a pele e, por este motivo, não é indicada para pessoas que estão muito acima do peso.

Elson Adorno (Foto: Olhar Conceito)

“É um produto que age na derme do paciente, ou seja, logo abaixo da pele, e vai estimular aquele local a produzir colágeno”, explica o médico. “O colágeno que a gente consome, se você comprar um colágeno, você vai ver que ele vai absorver 30%. Se você faz atividade física e produzir o colágeno, você vai absorver 100%, porque esse é o colágeno endógeno. E esse que é estimulado, quem está estimulando a produzir é o seu corpo, você não está tomando ele pronto. Você está pegando um produto que seu corpo vai produzir colágeno, e aí vai ser melhor o resultado, e vai ter uma melhor retração”, garante.

Elson afirma que, para chegar ao resultado esperado, o paciente geralmente tem que fazer entre duas e quatro sessões, com intervalos de 60 dias entre cada aplicação. A bioestimulação pode ser feita sozinha, ou unida a uma cirurgia plástica, como a lipoaspiração ou a abdominoplastia. “Às vezes eu faço uma sessão antes da cirurgia, uma no intra-operatório e as outras no pós. Vai depender da flacidez”, garante.

Não existe uma idade mínima para fazer o tratamento, que, segundo ele, vai variar de paciente para paciente. O local também varia. “Tem pacientes que vem fazer só a bioestimulação, vai depender do grau de flacidez. Então vamos supor, se vier uma paciente mais jovem, com queixa de um grau discreto de flacidez, eu faço só a bioestimulação, sem cirurgia, pra melhorar a flacidez”, explica o cirurgião.

“Quais são os locais recomendados? Região cervical, aquela papadinha, parte interna do braço, que é bastante procurada, a região da parte interna da coxa, que também que fica flácida, a região em volta do umbigo também, porque às vezes o umbigo fica meio caidinho, aquele umbigo ‘chorão’ que a gente fala, e no bumbum, às vezes a própria flacidez do bumbum a gente consegue tratar com ele”, comenta Elson.

Segundo o médico, antes de começar o tratamento o paciente precisa fazer um exame de bioimpedância, para avaliar a porcentagem de gordura do corpo. Caso a porcentagem seja muito alta, Elson não indica que seja feita a bioestimulação sozinha. “Aquela paciente que está muito acima do peso não adianta fazer a bioestimulação. Então ai já é indicação de cirurgia. Às vezes a bioestimulação é feita depois da cirurgia, então esse tempo é individualizado de acordo com cada paciente”. Neste caso, se o paciente não quiser passar por cirurgia, a bioestimulação é contra-indicada “porque não vai ter beneficio, não vai ter resultado”.

Serviço

Elson Adorno – Cirurgião Plástico
CRM/MT 5999
RQE 3419 
Clínica Nossa Senhora das Graças
Rua dos Lírios, 525 - Jd. Cuiabá
Informações: (65) 3052-8002 / (65) 99241-7187

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