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Domingo, 26 de maio de 2024

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Praça Alencastro

Primeira Celebração Ecumênica dos 300 anos reúne católicos, espíritas, umbandistas e outros

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

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A primeira celebração ecumênica dos 300 anos acontece na próxima sexta-feira (31), a partir das 18h, e pretende unir representantes de diferentes religiões. O evento é preparado pelo Comitê dos 300 Anos.


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Na tarde da última terça-feira (28), os representantes se reuniram na Praça Alencastro para acertar os últimos detalhes referentes à estrutura do espaço e à programação que será ofertada ao público. O comitê foi instituído pela Prefeitura de Cuiabá com o intuito de reunir os diferentes segmentos da sociedade civil organizada para que, de forma voluntária, cada um consiga dar sua colaboração dentro das ações voltadas para o tricentenário da Capital.

“Esse é o primeiro passo que estamos dando já pensando em um evento maior. Em 2019, chegaremos à histórica data dos 300 anos de Cuiabá e pretendemos fazer essa grande celebração na Arena Pantanal, para um público de milhares de pessoas. A Secretaria dos 300 Anos está sempre buscando fomentar a participação da sociedade nos projetos que estão sendo desenvolvidos. Acredito que essa celebração demonstra que estamos no caminho certo dentro desse processo”, explicou a assessora estratégica da Sec 300, Silvana Cordova.

De acordo com a assessoria, o evento de sexta-feira (31) reunirá representantes de religiões indígenas, além de ciganos, católicos, evangélicos, espíritas kardecistas, muçulmanos, umbandistas, candomblecistas e outras religiões de matriz africana.

“Tenho certeza que será um importante momento de união e paz. De forma muito objetiva, vamos ter a oportunidade de transmitir ao público a liberdade dos povos ciganos, conforme pregado pelo nosso lema que é ‘O céu é o nosso teto e a pátria a nossa liberdade”, comentou o cigano do grupo Calon, Marcos Gattass.

‘Pai Júnior de Xangô’, representante da Federação Nacional de Umbanda e dos Cultos Afro-brasileiros (Fenucab), afirma que este é o tipo de evento que consegue demonstrar que uma sociedade igualitária somente pode ser constituída de maneira conjunta. “São diferentes esses povos, com pensamentos e características distintas, que dão sua contribuição para o desenvolvimento de políticas socioculturais, ajudando no enriquecimento da história de uma cidade”.

O presidente do grupo “Unegro Pantanal”, José Pereira Filho, por fim, afirma que  o ato carrega um valoroso significado de combate à intolerância religiosa: “São esses atributos que devemos sempre procurar preservar, celebrar e difundir. Somente desta forma, conseguiremos conceber um mundo sociável e com toda harmonia que se deve ter uma população”.
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