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Terça-feira, 01 de dezembro de 2020

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Fotógrafo realiza expedição para documentar ‘Vale do Rio Cuiabᒠda nascente à foz

Da Redação - Isabela Mercuri

10 Abr 2019 - 14:20

Fotógrafo realiza expedição para documentar ‘Vale do Rio Cuiabᒠda nascente à foz
O fotógrafo José Medeiros iniciou, em 2019, a ‘Expedição 300 - O Rio das Lontras Brilhantes da Nascente à Foz’, que pretende documentar, em foto e vídeo, toda extensão do ‘Vale do Rio Cuiabá’, que começa na capital e segue por mais dez municípios. A intenção é terminar a expedição em 2020, com um amplo material que, além das cidades e comunidades, mostrará também a flora e a fauna do percurso. 'Rio das Lontras brilhantes' é o significado da palavra 'Cuiabá'. 

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Será registrada na expedição toda a baixada cuiabana, formada por 10 municípios, entre cidades, colônias de pescadores, comunidades quilombolas, áreas indígenas, de ribeirinhos, assentamentos e de produtores. Seguindo o trajeto do Rio Cuiabá, o fotógrafo passará por: Acorizal, Barão de Melgaço, Cuiabá e Várzea Grande, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Rosário Oeste e Santo Antônio do Leverger.

Para realizar todo este trajeto, a expedição foi separada por etapas de percurso, conforme as fases de captação de recursos. A primeira fase será no trecho de Cuiabá, começando no Distrito da Guia, passando pelas comunidades (São Gonçalo, Engordador, Bom Sucesso, Pai André, Praia Grande, Miguel Velho, Engenho Velho, Vale Verde, Porto São José, Praia do Poço, Barranco Alto, Barra do Aricá, Boca do Varador, Croará) até o município de Santo Antônio do Leverger.

De acordo com a assessoria, o objetivo principal é documentar, em foto e vídeo, através de diversas plataformas multimedias, e produzir uma série documental sobre a diversidade das comunidades inseridas no percurso dos quase mil quilômetros do Rio Cuiabá.

“O sucesso deste projeto contribuirá para documentar o patrimônio ambiental e imaterial, vital para a manutenção do equilíbrio ecológico e do patrimônio cultural da região central da cultura brasileira, desde o advento da cultura Tupi até os dias de hoje. Este é um registro necessário e fundamental”, garante o projeto.

José Medeiros é fotojornalista com o engajamento de caráter antropológico. Já publicou dois livros (O Pantanal de José Medeiros, em 2014, e Andanças Reportagens pelos confins de Mato Grosso, em 2016), é curador, realiza expedições, protagoniza exposições ativistas e atua nos mercados nacional e internacional.

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