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Imortal da AML é homenageada em programa sobre a importância da cultura na UFMT

da Redação - Isabela Mercuri

05 Dez 2019 - 11:33

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Imortal da AML é homenageada em programa sobre a importância da cultura na UFMT
A imortal da Academia Mato-Grossense de Letras Marilia Beatriz de Figueiredo Leite será homenageada na noite desta quinta-feira (5), no lançamento do programa “A importância da cultura nos 50 anos da UFMT”, a partir das 20 horas, no auditório do Centro Cultural. Esta é a primeira edição do projeto, que integra a comemoração dos 49 anos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

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De acordo com a assessoria, a programação contará com uma exposição inédita de gravuras, performance, autógrafos de livros inéditos de Marília, além de poesia, música e algumas surpresas.

“Ela foi a primeira coordenadora de cultura indicada através de portaria, em 1983. As pessoas que a antecederam faziam parte da diretoria do departamento de artes, mas a partir de sua nomeação ela começa a ocupar várias frentes em relação a cultura, às artes e à vivência na UFMT, ampliando o horizonte para outros Estados. Ela foi uma coordenadora que deu um perfil, além de múltiplo, de integração porque não trabalhava sozinha, mas sim em várias mãos. Nessa época, ela fez parcerias muito interessantes com Wlademir Dias-Pino, com Silva Freire. Foi um momento muito rico da Universidade que nós estamos resgatando”, afirma Thania Arruda, coordenadora de Cultura e Vivência da universidade.

Marília Beatriz é graduada em direito e mestre em Comunicação e Semiótica. Atuou como advogada e professora também nas áreas das artes, comunicação, cultura e semiótica. Na UFMT, foi chefe do Departamento de Artes, presidente do Conselho Consultivo do Cineclube Coxiponés, coordenadora do Projeto Pixinguinha/Funarte, coordenadora do Museu de Artes e de Cultura Popular (MACP), coordenadora de Cultura, diretora do Teatro Universitário e autora do projeto da 1ª Bienal de Poesia Visual em parceria com Wlademir Dias-Pino, em 1995.

A imortal também tem apresentações de livros, organização de obras artísticas e literárias, colaboração em periódicos, artigos, prêmios e distinções por sua contribuição à cultura e às artes. Desde 2013, ocupa a cadeira 02 da Academia Mato-grossense de Letras (AML), que já foi de seu pai, Gervásio Leite. Entre 2015 e 2017, presidiu esta instituição, sendo a primeira professora da UFMT a exercer a função.

Thania Arruda explica que a importância da cultura nos 50 anos da UFMT foi escolhida como temática para ser trabalhada a partir do ano que vem, momento que a UFMT completa seu cinquentenário. “A ideia surgiu da necessidade de poder saber mais e informar também mais aos novos. A gente percebe uma renovação muito grande, não só dos estudantes, mas também da própria equipe da cultura e vivência da Universidade. Sentimos essa necessidade de criar nas pessoas esse mesmo amor por entender a importância da UFMT, que foi um baluarte da questão de trazer para dentro da Instituição na forma da academia e através dos projetos de extensão e dos mecanismos institucionais, como a Orquestra Sinfônica, o Coral, o Cineclube Coxiponés e o Museu de Arte e de Cultura Popular, que nasceram praticamente junto com a UFMT”, relata.

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