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Quinta-feira, 02 de julho de 2020

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Atualmente visto como ‘resort’, Águas Quentes deve voltar à estrutura de Parque após concessão; Veja projeto!

da Redação - Isabela Mercuri

27 Jan 2020 - 17:00

Foto: Divulgação

Projeto para o parque

Projeto para o parque

Contratada recentemente pelo Governo do Estado de Mato Grosso para fazer a modelagem de estudos para parceria da Unidade de Conservação Parque Estadual Águas Quentes (Santo Antônio de Leverger), a empresa ‘Natureza Urbana’ quer resgatar o contato com a natureza e, assim, mudar a visão de ‘resort’ que os visitantes têm do local. A ideia é que ainda em 2020 haja licitação e o contrato seja assinado, com concessão de 30 anos para a empresa vencedora que deve administrar o espaço.

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O Parque Estadual Águas Quentes fica a uma hora e meia de carro de Cuiabá, e atualmente tem foco hospedagem. A proposta da ‘Natureza Urbana’ é dar ao local ares de ecoturismo, além de reforçar os aspectos naturais da área, como as águas termais, para que os visitantes se sintam de fato em uma um parque natural. Atualmente, só é possível chegar lá se o turista está hospedado em um hotel que tem na região.

Segundo o sócio-proprietário da empresa, Pedro Lira, a ‘Natureza Urbana’ tem foco em “planejamento e projetos de equipamentos públicos visando sua sustentabilidade social, econômica e ambiental”. Neste caso, o objetivo é “o fomento ao uso público e ecoturismo como ferramenta de conservação, e a oportunidade de projetar estruturas integradas à natureza que cumpram este papel”, afirma.

O objetivo da empresa com o projeto é renovar as estruturas existentes e implantar um novo conceito de visitação, por meio de atividades e estruturas ligadas à natureza. “Hoje não se tem a percepção que a área seja um parque, e sim um resort. Buscamos reestruturar o equipamento âncora hotel em torno a um conceito de ecoturismo, e conjuntamente fomentar a visitação, conhecimento e preservação do parque”.

As maiores dificuldades, no entanto, estão em mobilizar todos os envolvidos e conseguir um projeto que atenda tanto o interesse público quanto o mercado. No entanto, para o sócio, a mudança será benéfica aos turistas, com “um equipamento mais atrativo e integrado á natureza, um destino turístico melhor estruturado muito próximo a Cuiabá, o conhecimento dos elementos naturais da área e sua importância, a chance de se desconectar da cidade”, garante.

A concessão do parque será feita por meio de licitação. As empresas qualificadas deverão explorar o uso turístico da área, além de cumprir contrapartidas e pagar a outorga ao estado. O chamamento público para a licitação deve ser divulgado em breve. A empresa vencedora terá 30 anos de concessão sobre o Parque.

Veja o projeto:

15 comentários

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  • Sar Fahur
    29 Jan 2020 às 14:04

    Quem não tem dinheiro e não sabe se divertir sem ficar falando mal do lugar que fique em casa vendo Netflix. Eu que não sou pobre e nem mal educado de falar mal do trabalho alheio, sempre vou la em Águas Quentes, como (nos dois sentidos), bebo, durmo, brinco, dou risada, vou na trilha e sempre fui bem tratado. Vale cada centavo pago. Lugar é limpo, piscina limpa, muita natureza e tem comida boa. Só reclama quem não está de bem com a vida. Força e honra!

  • Ray Lopez
    29 Jan 2020 às 09:16

    Eu espero que siga o exemplo laaa da divisa do estado a águas quente lá de Barra do garça onde o preço é símbolico o movimento e enorme e a qualidade é dez vezes superior a que temos aqui na serra do são vicente.

  • da Gurizada CMC
    28 Jan 2020 às 13:55

    Minhas orelhinhas de abano que parecem dois alto falantes de 12 polegadas viradas pra frente batem rapidinho de tanta felicidade qdo vejo essa àgua quente. Lembro da minha época de csg qdo todos me zoavam por ser anão. Eu me acabava nessas águas termais. Eu saia de lá de alma e orelhas lavadas

  • observo
    28 Jan 2020 às 13:15

    Esperamos um processo licitatorio serio sem carta marcadas como sempre foi....... e uma empresa responsavel invista nesse local...la e muito bonito mas esta destruido

  • Janne
    28 Jan 2020 às 12:00

    Concordo com um leitor aí em baixo: pelo menos o local está preservado e conservado. É caro uma diária lá? Sim, é caro, mas de fato o exemplo da Salgadeira é um fracasso administrativo, com terceirização para pessoas incompetentes.

  • Zumbi
    28 Jan 2020 às 09:49

    Em media 500 reais o casal a diária nesse hotel ...

  • Henrique
    28 Jan 2020 às 08:31

    Sempre achei que o Estado deveria, se possível legalmente, leiloar/vender essa propriedade. Fazer um leilão a nível internacional e aplicar o montante recebido em saúde, educação e em melhorias para a população de Mato Grosso.

  • observo
    28 Jan 2020 às 07:48

    A familia de finado Dante que administrava o local..da rede de hoteis MT.....mas esta bem degradado a estrutura e bem ruim era uma concessao do Estado mesmo........ espero que uma nova empresa administre e organize o local...pois atualmente e uma bagunça

  • Jean
    27 Jan 2020 às 20:55

    Quero ver quem está "cuidando" de lá largar o osso!!!!

  • Sandro
    27 Jan 2020 às 19:50

    O governo não cansou de errar? A Salgadeira tá la abandonada novamente. Depredaram, lixo e mato para todo lado. Pelo menos em aguas quentes eles cuidam do lugar, tem ISO ambiental e te atende bem.

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