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Quarta-feira, 27 de outubro de 2021

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PRESERVAÇÃO

Estudantes da UFMT fazem mapeamento de danos da Igreja Nossa Senhora Boa Morte

Da Redação - José Lucas Salvani

16 Mar 2021 - 16:26

Foto: Reprodução/Divulgação

Estudantes da UFMT fazem mapeamento de danos da Igreja Nossa Senhora Boa Morte
Estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Alana Correa, Yasmin Botelho, Senhorinha Licka, Weslley Stiz, Thais Reis, Valéria França e Vitória Takimoto se juntaram para fazer o mapeamento da Igreja Nossa Senhora da Boa Morte, localizada no Centro da capital mato-grossense. O Projeto Patrimonial MT conta com apoio e financiamento da Lei Aldir Blanc, por meio do Fundo Municipal de Cultura de Cuiabá. 

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O projeto visa um mapeamento para identificar danos construtivos e patologias atuais na edificação. O mapeamento foi feito por meio de visitas técnicas pela equipe que ficou responsável de documentar tudo por meio de fotografias e anotações. O material colhido poderá ser utilizado como base para um possível restauro do prédio, como também em folhetos a serem distribuídos fisicamente ou online, no Instagram, à população.

Construída em 1810, a paróquia foi erguida pelas mãos de pessoas negras alforriadas que não eram aceitas na Paróquia Nossa Senhora do Rosário. Posteriormente, em 1987, foi tombada pela Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso como patrimônio edificado de Cuiabá, e já passou por três reformas, mas em nenhum momento recebeu uma restauração completa.

Além do projeto que visa a preservação da Igreja, o grupo também visa preservar e compartilhar conhecimentos de outros patrimônios mato-grossenses. Atualmente, estão cuidando do projeto “Brincando e aprendendo: educação patrimonial de Cuiabá”, que busca apresentar e ensinar sobre a importância do Centro Histórico da capital mato-grossense para crianças de 8 a 10 anos, sejam estudantes de escolas públicas ou privadas.

O projeto educacional planeja distribuir ainda 300 livretos em torno de 20 à 30 páginas com informações básicas históricas e arquitetônicas. A versão física do material será distribuída apenas para escolas públicas, enquanto as escolas privadas terão acesso a versão digital.

Conheça o Projeto Patrimonial MT no Instagram.
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