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Iconografia ribeirinha, arquitetura cuiabana e poesias são temas de instalação de Maria Amélia Zapata

Da Redação - Lidiane Barros

13 Set 2013 - 14:35

Iconografia ribeirinha, arquitetura cuiabana e poesias são temas de instalação de Maria Amélia Zapata
Entre objetos de desejo da arquitetura e do design que figuram entre os ambientes da Morar Mais por Menos deste ano, também há espaço para as artes visuais. São várias as telas, fotografias e esculturas distribuídas pela mostra.

Reunindo algumas delas em um só ambiente, o “Ateliê” dedica-se a fazer uma verdadeira retrospectiva das experimentações artísticas da arquiteta e artista plástica, Maria Amélia Zapata, lugar que acabou por se transformar em uma grande intervenção.

Arquiteta explora sofisticação, conforto e sustentabilidade em salas de estar e jogos

Três projetos artísticos seus ocupam as paredes e o centro de uma sala de lado do refinado restaurante da Mostra, o Bistrô Alphaville, Restaurante Bistro Alphaville.
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Na empreitada, contou com o reforço das amigas e parceiras de criação e ideais, Tula Kirst e Ruth Albernaz.

Da fusão artística com Tula, estão expostas gravuras digitalizadas voltadas à temática da arquitetura da cidade e registros da história dela, que agrega também, personagens e costumes da cidade. Nestes, a dupla utilizou nanquim, decalques e fizeram colagens, entre outros artifícios.

“Fomos a diversos pontos da cidade e tentamos traduzir nos desenhos o que acontece nestes locais, como é o caso da Praça Alencastro. Muitas pessoas vendiam cartões de telefone lá, por isso, fizemos uma brincadeira com isso”, diz Maria Amélia. Entre as gravuras, imagens de igrejas, becos e ruas, monumentos e casas antigas.

Já em outra parede, estão disponibilizadas obras em que Maria Amélia explorou a técnica da litogravura. “Você pinta a pedra e carimba o papel”, sintetizou. Nestes, ícones ribeirinhos são explorados.

Também há tecidos em que ela exercitou a técnica de serigrafia por meio da arte digital. A maioria destes traz desenhos que fez de pássaros dos cerrados. O ambiente do Ateliê traz ainda, uma instalação com uma estrutura que lembra bonecos e uma mesa repleta de sal grosso e poesias de Ruth Albernaz escritas em giz. Tem ainda, várias peças em madeira, que ajudam na composição da obra da multifacetada Maria Amélia Zapata.

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