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Animais submetidos a situações estressantes podem desenvolver doenças

Da Redação - Stéfanie Medeiros

17 Out 2013 - 16:16

Foto: Stéfanie Medeiros

Animais submetidos a situações estressantes podem desenvolver doenças
A situação é bastante familiar: os pelos começam a embaraçar com facilidade, o animalzinho fica com um cheiro insuportável e somente a presença dele é anti-higiênica. Esta é a hora em que o cão ou gato é mandado para a pet shop para tosa e banho.

Embora alguns se acostumem com o tempo e não sofram com o processo, muitos animais, especialmente os de pequeno porte, ficam agressivos ou deprimidos depois do banho. Isto é resultado do estresse a que são submetidos. O que poucos sabem é que no futuro este estresse pode facilitar que o bicho de estimação fique doente.

De acordo com a médica veterinária Patrícia Martins de Rezende, não é somente a ida a pet shop que pode deixar o animal estressado. Ficar sozinho, mudar de rotina ou ambiente, tédio, solidão, confinamento, a chegada de um bebê ou outro animal de estimação na família, tudo isto pode contribuir para que o cão perca a paz.

Mas o grande problema, alerta o também veterinário Claudio Martins Real, é que o estresse pode debilitar o organismo do animal e facilitar a manifestação de alergias e doenças. “O animal condicionado ao estresse, independe da espécie, porte ou raça, sofre baixa na imunidade, que é a proteção natural do organismo, desta forma, ele fica predisposto a adoecer”, explica.

Mas Patrícia alerta que as raças de menor porte, como poodles e pinschers, por serem tratados como verdadeiros bebês da família, sofrem mais com a ausência do dono ou mudança de rotina. Alguns animais chegam ao extremo de parar de comer ou se mutilar.

Mas há soluções que podem amenizar o sofrimento do animal. Por exemplo: ao levá-lo na pet shop, deixar o animal somente o tempo necessário para o banho e a tosa e encontrar um lugar com pessoas calmas e carinhosas.

Quando da chegada de um bebê, não deixar o animal de lado ou passar a brigar com o bicho por conta da nova criança. De acordo com Patrícia, outra ação que pode ajudar na transição é deixar o animal ver o bebê. “Os cães são curiosos e querem ver o bebê. Geralmente os donos não deixam, mas é algo que não tem problema nenhum, pelo contrário, ajuda o cachorro a conhecer o novo membro da família”.

Outras ações simples, mas que podem ajudar, é brincar com o animal, passear e observar o que o irrita e evitar estas situações. Mas se nada disso der certo, há uma alternativa: a homeopatia.

Além de não ter efeitos colaterais e evitar a intoxicação do animal, a homeopatia busca equilibrar o animal, diminuindo a resposta dele frente a situações estressantes. “Além disso, a homeopatia também não seda ou deixa o animal prostrado, e se for necessário pode ser utilizada por longos períodos”, conclui Patrícia.

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