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Segunda-feira, 13 de abril de 2026

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doce australiano

Doceria de Cuiabá aposta em 'petit pavlova' e adapta clássico da confeitaria para versão individual por R$ 4

Doceria de Cuiabá aposta em 'petit pavlova' e adapta clássico da confeitaria para versão individual por R$ 4
Enquanto a pavlova costuma aparecer em versões maiores, servidas como sobremesa para compartilhar, Edison Puppin, de 53 anos, e Alessandra Elias, de 52, decidiram adaptar o doce para um formato menor e mais acessível. Na doceria Último do Pacote, em Cuiabá, o casal passou a investir na chamada “petit pavlova”, uma versão individual do clássico feito à base de merengue, recheada e finalizada em tamanho reduzido.


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A pavlova é uma sobremesa tradicional à base de claras em neve e açúcar, assada até formar uma casca crocante por fora e macia por dentro. A origem do doce é disputada entre Austrália e Nova Zelândia, e leva esse nome em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova, conhecida pela leveza nos movimentos, característica que também define a textura da sobremesa.

Na versão criada pelo casal, o doce ganha proporções menores, pensadas principalmente para eventos e consumo individual, mantendo as características principais da receita original. “Fizemos ela desse tamanho para eventos, é um docinho que você, às vezes, fica com vontade de comer mais um”, explicam. Para equilibrar o sabor, eles apostam em recheios mais ácidos, como mousse de limão, que contrastam com o doce do merengue.

Além da petit, a doceria trabalha com outros tamanhos da pavlova: a mini e a versão familiar. Apesar de levarem a mesma base, o processo muda de acordo com o formato. Na versão maior, por exemplo, a técnica de preparo cria uma textura mais cremosa no interior. “A familiar tem outro processo de modelagem e produção, que cria um marshmallow no meio”, detalham.

A adaptação para o tamanho reduzido, no entanto, não foi simples. Segundo o casal, a produção da petit pavlova exigiu testes até chegar ao ponto ideal, principalmente pela dificuldade de trabalhar com bicos de confeiteiro menores. “Demoramos para lançar, porque é muito difícil fazer com o bico pequeno”, contam.

Depois de apresentada ao público, a resposta foi imediata. “Lançamos e nossos seguidores já quiseram experimentar, tivemos pedidos para ceia”, lembram. O retorno também surpreendeu na prática: a versão menor superou a mini. “Acabou fazendo mais sucesso, porque é um tamanho que não fica enjoativo”.

A criação acompanha o momento atual da doceria, que passou a investir em produtos menores e mais versáteis. Segundo Edison e Alessandra, esse formato tem tido maior saída, especialmente em datas comemorativas, e permite que os clientes experimentem o doce de forma prática, sem abrir mão da experiência da pavlova tradicional. "É uma boa opção para presentear, colocamos na caixinha, já tivemos alguns pedidos". 

 
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