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Domingo, 20 de setembro de 2020

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De movimentos sutis, a dança do ventre traz um cenário místico e realça a beleza feminina

Da Redação - Priscilla Silva

10 Mai 2013 - 19:18

Foto: (Foto: Greis Ferreira)

De movimentos sutis, a dança do ventre traz um cenário místico e realça a beleza feminina
É com delicadeza que os movimentos são milimetricamente calculados para compor uma linha do corpo em consonância com as batidas musicais, juntas elas criam o cenário da dança do ventre. O figurino ajuda a compor o desenho dos passos que são ricos em detalhes.

Não importa a idade, a dança do ventre valoriza a beleza feminina e pode ser praticada por qualquer um. A vaidade expressada pelas bailarinas é praticamente inquestionável.

Miçangas, medalhas, pulseiras, véu e maquiagem com olhar marcado, somam-se ao brilho que está presente no figurino. O conjunto dá forma ao cenário místico da arte da dança.

A bailarina Najmah Al Nureen estuda a arte há mais de 18 anos e há 13 possui o certificado de qualidade da mais conceituada casa de chá egípcia Khan El Khalili, que existe desde 1982 em São Paulo.

Najmah ensina a tradição da dança e a cultura dos países tradicionais da arte em seu estúdio localizado no Bairro Boa Esperança em Cuiabá. Antes mesmo de fazer parte do quadro oficial de dançarinas da casa, em 2000 Najmah foi a 1ª colocada do Festival Lumina de Dança Oriental, no Rio de Janeiro.

Ela descreve que com a dança as alunas entram em contato as músicas que variam podem ser folclóricas como a ‘dança da bengala’ ou contar uma história. No espaço se estuda também a tradição, o ritmos, os instrumentos e para cada cena existem roupas diferente, algumas mais simples.

A bailarina também descreveu que o ambiente para as apresentações deve ser bem escolhido, pois a dança tem um tom sensual. As casas de chá são os espaços que trazem toda a tradição e delicadeza da dança.

“Quando eu comecei a divulgar a dança em Cuiabá, eu tive um pouco de sorte, busquei o teatro para que a dança alcançasse o respeito merecido, iniciei os chás, fiz espetáculos na Casa Cuiabana, na Companhia das Letras, ou seja, tive oportunidade de me apresentar em espaços tradicionais, locais onde as pessoas vão prestigiar a dança. Sem esse cenário, a dança não tem sua essência e valor merecido”, declarou.

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