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Quarta-feira, 12 de agosto de 2020

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Marcelo Sandrin fala sobre o bronzeamento e seus riscos

Marcelo Sandrin

11 Jan 2016 - 09:13

Foto: Arquivo Pessoal

Marcelo Sandrin fala sobre o bronzeamento e seus riscos
Com a chegada do verão, e o verão chegou brabo, apesar de que em nosso estado quase sempre é verão, a maior incidência de radiação, potencialmente lesiva a nossa pele aumenta, e se levarmos em conta que o já famoso buraco da camada protetora de ozônio, vem cada vez mais aumentando, a prevenção de lesões, que em alguns casos chegam a alto
grau de malignidade é para todos fundamental.

Quanto mais clara a pele, menos protegida esta da agressão dos raios ultravioletas presentes em especial no meio do dia. Também é bem significativo que quanto mais jovem, maior são as necessidades de proteção da pele, sendo absolutos e
prementes os cuidados para nossos bebês. Precisamos e devemos proteger este maravilhoso sistema formado por pele, pelos e unhas, que nada mais são que o invólucro que nos protege do inóspito meio em que vivemos. A pele, em especial, é uma maravilhosa adaptação da natureza à nos proteger.

Assustador é a evidente contradição que observamos hoje, com as necessidades de beleza a qualquer custo, pessoas querem se bronzear em minutos, ocorrendo exageros que são pouco repercutidos ou relegados rapidamente ao esquecimento. A pele tem uma adaptação importante as agressões, sendo formada por celulas em constante processo de
reprodução, tendo a camada superficial formada por células já mortas, cheias de um substância impermeável chamada queratina, que também formam os cabelos e unhas. Também temos na pele pequenas glândulas, sudoríparas, que produzindo o suor nos auxilia na dispersão do calor, ajudando no controle de nossa temperatura. Temos também glândulas sebáceas, que produzem gordura, que lubrifica a pele, protegendo-a do atrito e da água.

Também encontramos na pele os melanócitos, produtores da melanina, pigmento responsável pelo maior ou menor escurecimento de nossa pele e também por sua proteção. Estimulados pela luz esta células produzem maior quantidade de melanina, pigmento escuro, com o objetivo de protege-la de agravo maior.

Obviamente a coloração básica de nossa pele é geneticamente determinada, por Deus nos dada, e apesar de alguns esforços absurdos não podemos ou devemos modificá-la. As pessoas de cor negra resistem mais a incidência da luz solar, mas estão expostas da mesma maneira a manchas, pintas, queimaduras e em especial ao câncer de pele, mais raro, mas
presente. Nos brancos, muito brancos, a sensibilidade é exacerbada e após exposição solar intensiva observa-se mesmo a presença de queimaduras, de primeiro e segundo graus, estando o "alemão" vermelho que nem pimentão.

Informe-se, proteja-se, e à sua a família. Use filtro solar, sombrinhas, chapéus, bonés.... e tome sol com moderação, optando pelo sol matutino e vespertino. Evite o meio-dia. Proteção nunca é demais.

1 comentário

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  • Enildo
    11 Jan 2016 às 09:40

    Erro na manchete. Não seria "RISCOS"

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