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Domingo, 26 de setembro de 2021

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'Tocando Corações'

Projeto de vocalista da banda Heróis de Brinquedo leva música para pacientes com covid-19 em Cuiabá; veja video

Da Redação - José Lucas Salvani

20 Ago 2021 - 11:15

Foto: Reprodução

Projeto de vocalista da banda Heróis de Brinquedo leva música para pacientes com covid-19 em Cuiabá; veja video
O projeto “Tocando Corações”, idealizado pelo psicólogo e vocalista da banda Heróis de Brinquedo, Marden Lima, leva música e leveza para os pacientes e funcionários do Hospital Referência à Covid-19. Também fazem parte do projeto a fonoaudióloga Gisele Reis de Barros e a psicóloga Ângela Campbell, que além de cantar, tocam violão e instrumentos de percussão.

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Marden atua no hospital fazendo acolhimento de pacientes e familiares, e também nas visitas virtuais. O psicólogo conta que durante o estágio da faculdade, participou de um projeto de musicoterapia e que ainda guardava o trabalho escrito, que foi apresentado aos colegas que atuam no hospital e, após adaptações, ganhou a adesão da equipe.

"Quarta-feira foi o primeiro dia e foi ótimo! A música dá uma aliviada. O pessoal fica lá no quarto, não pode sair. O máximo de contato que tem com o familiar é pelo celular e a música acaba despertando. Às vezes nem é o estilo que a pessoa gosta, mas os acordes já dão aquela aliviada. Passamos em todos os quartos de enfermaria, cerca de 10 quartos. Tocamos pelo menos uma música, conversei com o paciente, não deixei de fazer um acolhimento rápido. Eles mesmos filmavam com os celulares deles para mandar pros parentes, cantaram, alguns vieram a lágrimas", relata.

Não só os pacientes, mas funcionários também são acolhidos com o projeto. Também há a previsão de levar a musicoterapia para as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do hospital, em um formato adaptado, para contemplar todos os pacientes da unidade.

Marden Lima fala ainda do privilégio de unir o que, para ele, são "as duas melhores profissões do mundo" e poder, com isso, ajudar a outras pessoas. "O projeto de musicoterapia foi uma forma de juntar as minhas duas profissões numa só e é bem gratificante! Se o pessoal sabe a letra, eles acompanham, cantam, batem palmas. Eu agradeço a oportunidade de trabalhar num hospital covid porque o pouco que a gente pode fazer, às vezes, é muito para um paciente que está angustiado, com medo iminente da morte”.
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