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Nobres é reconhecida como ‘Capital Mato-grossense do Ecoturismo Sustentável’

da Redação - Isabela Mercuri

14 Jan 2020 - 17:01

Foto: Olhar Conceito

Aquário Encantado

Aquário Encantado

A cidade de Nobres foi reconhecida como capital mato-grossense do Ecoturismo Sustentável, pela lei nº 11.079/2020. O Projeto de Lei nº 425/2019, do deputado Eduardo Botelho (DEM), foi publicado em abril de 2019 e aprovado dia 11 de dezembro. A Lei foi sancionada na última segunda-feira (13).

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Dentre as justificativas do deputado, estão a referência em desenvolvimento de atividade ecoturística no estado. Segundo Botelho, o local apresenta “uma variedade de atrativos de beleza sem igual e de forma ordenada, regulados por um Plano Municipal de Desenvolvimento Turístico; uma Lei Municipal que trata sobre a Política do Turismo; um planejamento estratégico e um Conselho Municipal de Turismo atuante. Através do Termo de Acordo de Cooperação 0012/2019, está servindo como projeto piloto da SEDEC (Secretaria de Desenvolvimento Econômico - MT) quanto à implantação do Sistema Eletrônico "Voucher Tur", uma ferramenta que auxiliará aos municípios e governo do estado quanto à manutenção de informações e controle no que tange à questões fiscais e ambientais inerentes ao turismo”.

Nobres, e especialmente o distrito de Bom Jardim, é conhecida por suas cachoeiras, cavernas, sítios arqueológicos, portos pesqueiros, locais de mergulho, passeios, trilhas em serra e locais para banhos. Assim é Nobres, assim está o município de Nobres, com uma área de cerca de 37.000 hectares, pertencente às comunidades indígenas da etnia bakairi nas aldeias de Santana e Nova Canaã. Sendo assim, dada a relevância do tema tratado, acreditamos que os Nobre Pares e aprovarão este projeto, engrandecendo o turismo no Estado de Mato Grosso”, diz a justificativa do Projeto.

A cidade foi habitada por povos indígenas da nação Bakairí. Uma das principais atrações é a Lagoa Azul, localizada a 52 km da sede municipal. O espaço ainda se desenvolve na cadeira produtiva do agronegócio, com a produção e distribuição de alevinos e de peixes, na agricultura familiar e no setor terciário, com estabelecimentos comerciais, restaurantes, lanchonetes, padarias, pousadas, escritórios contábeis, imobiliárias, construtoras, transportadoras coletivas e de cargas; agências de viagem para o turismo; oficinas mecânicas e autoelétricas; clínicas odontológicas; clínicas médicas; hospital privado; escritórios de advocacia; postos de gasolina; escolas privadas; rede bancária; de informática e atividades comerciais diversas.

11 comentários

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  • Daniel
    16 Jan 2020 às 17:36

    Oi gente. Se vcs querem turismo de natureza de graça convido a irem lí debaixo da ponte sérgio motta tomar um banho de rio com esgoto e lixo. É de graça. Nobres tá caro? Não vai. A estrutura não é das melhores mas é necessária pra evitar o turismo descontrolado gratuito que degrada o meio ambiente. Ou vcs acham que a salgadeira ficou fechada e hoje se tem um controle de acesso pq?

  • Josiane
    16 Jan 2020 às 10:38

    Estivemos recentemente no Distrito de Bom Jardim e realmente os poucos lugares que visitamos a beleza é impar, porém para ser considerada como capital mato-grossense do ecoturismo sustentável falta muito. A falta de estrutura deixa a desejar, além dos altos valores cobrados para visitação e passeio. Vejo que o Estado de Mato Grosso é riquíssimo em belezas naturais, mas é necessário, e com urgência, de pessoas capacitadas e prontas para prestar o serviço de turismo. Pessoas informadas e realmente dispostas. Eu não sou uma pessoa viajada, mas tive a oportunidade de conhecer uma parte do nordeste onde as pessoas de tratam com tanta disponibilidade que dá vontade de voltar. Em Nobres visitamos apenas o passeio no Quebó, Estivado e a Cachoeira Serra Azul, esse último recomendo a vocês. É caro, mas tem um mega estrutura e um restaurante lindíssimo com ambiente super agradável. O Estivado eu achei uma delícia, porém pouco investimento no local e pessoas despreparadas para o atendimento. Nobres - Bom Jardim precisa urgentemente de pessoas capacitadas, porque realmente o lugar oferece a cada curva um local para visitação, porém com pouca estrutura. Sem falar do péssimo sinal de internet, sinal de telefone, não tem banco e o serviço para uso de cartão é bem tímido também.

  • JAQUEANE DE SOUSA
    15 Jan 2020 às 10:51

    Lindo sem duvidas nenhuma, porém já tentei ir e sem condições nenhuma, como é caro lá, uma visita em uma cachoeira é r$ 100,00 reais.... gente como assim..... hoje compensa muita mais ir ao nordeste do que visitar algum ponto turisco em MT. Triste isso.

  • alexandre
    15 Jan 2020 às 09:47

    Caro, sem internet, não passa cartão...

  • realista poconeano
    15 Jan 2020 às 09:36

    É complicado essa população do entorno de nobres ou do estado de MT, ficar criticando. Os mesmos vão para outros estados e pagam mais, em estruturas piores ou até sem estrutura nenhuma. O real problema é a cultura de achar que lá é chapada que vc vai, toma um banho e volta pra casa. Lá não é pra isso, é eco turismo, pra turista, consequentemente é caro sim. Já fui muitas vezes e voltaria sim. É óbvio que precisa de melhorias, mas só reclamar não adianta. Bom jardim ainda é um distrito e carece de recursos financeiros. Invés de denegrir a imagem do local, pessoas como aninha, deveriam realizar ações que ajudem o local.

  • Ladislau do Canjica
    15 Jan 2020 às 09:18

    Sou morador de Cuiabá e estive lá por dias vezes, o preço não é nada atrativo e tudo muito caro, isso por que falta investimento do governo para com a região, pois acaba sendo mais barato ir pro Rio de janeiro do que fazer turismo em MT, onde já se viu uma diária nas águas quentes custar 710,00, Malai 1.000,00, o MT não é mina de dinheiro, como podem nos exolorarem tanto nesse lugar...

  • D.O.A
    15 Jan 2020 às 07:16

    tudo caro

  • Carlos Ueslei
    14 Jan 2020 às 21:22

    Estive em Nobres em fevereiro do ano passado e me disseram que a tal Lagoa Azul, que seria a atração principal, estava fechada para o público a mais de 12 anos!! Estive esse final de ano no norte do Chile Bolívia e Peru e a estrutura turística dessas regiões é muito mais evoluída que de Nobres. Falta muito lá para ser interessante de voltar.

  • Pepeu
    14 Jan 2020 às 20:45

    Que é lindo não tem dúvidas, mas não tem estrutura nenhuma. Nem simpáticos são os comerciantes. Uma pena.

  • Paulo escorpião
    14 Jan 2020 às 20:05

    Tava até pensando em ir conhecer, mais depois do comentário da aninha, mudei de ideia.

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