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Encontro de médicos discute caminhos do tratamento de esquizofrenia

Da Redação - Isabela Mercuri

31 Jul 2014 - 17:30

Foto: Reprodução

Encontro de médicos discute caminhos do tratamento de esquizofrenia
Aconteceu nesta quinta-feira (31), em Cuiabá, um evento de atualização científica com a reunião de especialistas em transtornos psiquiátricos, que discutiram a respeito do diagnóstico e tratamento da esquizofrenia, um transtorno mental crônico.

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A esquizofrenia é uma afecção de difícil tratamento e que tem diversos impactos sociais, já que causa sintomas como comportamento antissocial, delírio e agressividade, e dificuldade de reinserção social. Um dos melhores caminhos para impedir recaídas é a prevenção dos surtos, que são recorrentes às pessoas que tem essa doença.

A prevenção deve ser feita com o uso de medicamentos, mas o problema é que normalmente os pacientes identificam melhorias em seus quadros clínicos e interrompem a medicação por conta própria, ativando novamente o ciclo de crises e o isolamento social.

Vale destacar que a esquizofrenia é um transtorno mental decorrente de alterações no funcionamento do cérebro, que faz com que haja perda de contato com a realidade. Atualmente, em diferentes populações, a esquizofrenia atinge em torno de 1% das pessoas e é responsável por 25% das internações psiquiátricas. Na população geral, a incidência chega a ser de 30 novos casos em cada 100.000 habitantes por ano.

A causa da esquizofrenia tem relação com fatores biológicos, o que resulta nas alterações mentais e, consequentemente, no comportamento. Porém, os estudos recentes mostraram que não é a carga genética, de forma isolada, que determina se um indivíduo tem ou não o transtorno, mas o ambiente também interfere.
Sintomas e tratamento

A esquizofrenia ainda não tem cura, e por isso o objetivo é controlar ao máximo os sintomas dos pacientes. Pode ser utilizada medicação antipsicótica ou hospitalização em casos com comportamentos mais agressivos. Como não existem exames laboratoriais que dão o diagnóstico da doença, a observação clínica do médico acompanhada dos sintomas relatados pelo paciente e seus familiares, como delírios, alterações do pensamento e de afetos, perda de vontade, agressividade e déficits cognitivos são os sinais que a identificam.
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